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sábado, 31 de dezembro de 2011

Feliz 2012

Desejo-vos um excelente ano de 2012 e espero sinceramente que nunca te falta um sonho para lutar, um projecto para realizar, algo para aprender e acima de tudo que não se esquecem de serem felizes.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Presépio


Infelizmente no Corvo, os presépios cada vez são mais raros.Actualmente, as Árvores e outras iluminações proliferam.No entanto, ainda há pessoas que fazem todo o possível por manter aviva a tradição.Deixo-vos aqui duas fotos do Presépio da sra.Edite Cabral, que demonstram bem a sua imaginação, talento e perseverança.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Plantas Endémicas existentes no Corvo

                                                                                                   Euphasia azorica




Euphrasia azorica H.C.Watson é uma espécie de planta herbácea pertencente à família Orobanchaceae (anteriormente era incluída nas Scrophulariaceae), endémica nas ilhas do Grupo Ocidental do arquipélago dos Açores. A espécie é protegida pela Convenção de Berna e pela Directiva Habitats[sendo estreitamente aparentada com a Euphrasia grandiflora, um endemismo do Grupo Central.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Plantas endémicas existentes no Corvo

                                                                                 Moyosotis marítima
 



 A Moyosotis marítima é uma planta herbácea anual ou bienal, até 20-(50) cm de altura, muito ramificada, com caules ascendentes densamente pilosos. Folhas alternas, simples, carnudas e densamente pilosas. Flores em cimeiras pouco densas, com 5 pétalas azuis claro ou brancas com a típica configuração das flores de não-me-esqueças.
Ocorre em todas as ilhas dos Açores, nas ravinas e rochedos marítimos secos, geralmente até 50 m da altitude, podendo em raras ocasiões estender-se pelas falésias costeiras até 150 m de altitude. As populações são esparsas, espalhando-se por vezes por dezenas ou centenas de metros.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Plantas endémicas existentes no Corvo

                                                                            Potentilla Erecta

Potentilla  é um gênero de cerca de 500 espécies de ervas anuais, bianuais e perenes da família Rosaceae, nativa na maior parte do Hemisfério norte. Conhecida popularmente como potentilha, cinco-em-rama, tormentila, e morango estéril.
Muitas espécies têm as folhas divididas em cinco folhinhas distribuídas como os dedos de uma mão, vem daí o nome popular "cinco-em-rama", embora algumas espécies, como por exemplo a Potentilla sterilis tenham apenas três, e outras, como a Potentilla anserina 15 ou mais folinhas como se fosse uma pena. As folhas de algumas potentilhas servem de alimento para as larvas de algumas Lepidoptera, incluindo as mariposas.
Potentilla está também relacionado ao gênero Geum e Dryas, e também aos morangos no gênero Fragaria; Potentilla difere dos morangos por ter os frutos secos e não comestível (de onde vem o nome "morango estéril" para algumas espécies). Pensa-se que a espécie Potentilla arguta tenha características protocarnívoras


Algumas espécies são cultivadas como plantas de jardim.

sábado, 17 de dezembro de 2011

Plantas endémicas.

                                                     Potentilla erecta
                                                   Myosotis marítima
                                                   Euphrasia azorica
                           
                                                  Leontodon rigens

domingo, 11 de dezembro de 2011

Festa Da Catequese - 2011

Realizou-se no dia 11 de Dezembro de 2011 a Festa da Catequequese.Esta festa teve lugar no Multi-Usos do Corvo e iniciou-se com uma missa celebrada pelo Padre Hélio Soares.
   Seguidamente realizou-se a "festa "propriamente dita que constou de várias representações e músicas.



   Actualmente a Paróquia tem  nove catequistas e trinta e um catequisandos.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Filarmónica Lira Corvense.

Sentados da esquerda para a direita: António Rocha, Eduardo Greves, Gregório Domingos, Pe. Leonete, Dr. Brito, José Augusto, José Valadão, Pedro Serpa. De pé: Gregório André, Ernesto Fraga, João Valentim, Paulino Rita, Joaquim Mendonça, António Trindade, Carlos Lourenço Avelar, Lino Fraga.

                                                            foto cedida por José Carlos Fraga

domingo, 4 de dezembro de 2011

caminhada contra a droga

   Integrado na 6ª edição de " Dar a volta à droga", uma iniciativa do Governo Regional dos Açores, realizou-se na ilha do Corvo uma caminhada contra a droga.
   Esta iniciativa juntou-se cerca de meia centena de pessoas, entre adultos e crianças.A caminhada iniciou-se neste Domingo, 4 de Dezembro, junto à Câmara Municipal.
   O sol foi um grande aliado  a este convívio, onde reinava a boa disposição e camaradagem.No final foi distribuído um lanche a todos os participantes.
   De salientar também o apoio dos Bombeiros Voluntários do Corvo e da GNR.
 

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Caminhada 9 horas pela Igualdade.

O dia Internacional de Pessoas com Deficiência comemora-se no dia 3 de Dezembro.
   Este ano e pela primeira vez vai ser comemorado no Corvo.Assim, pelas 16 horas realizar-se-á a "Corrida pela Igualdade".
   O ponto de partida será no Largo do Ribeirão.
   Este evento será comemorado em todas as ilhas dos Açores.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Oceans bar.

Abriu no passado dia 29 de Outubro mais um espaço de diversão na ilha.Trata-se do bar/pub"Oceans bar".
   Os proprietários são o Lubélio Mendonça e a Eliana Azevedo.Tem uma capacidade máxima para 80 pessoas e um espaço para fumadores.
   A decoração é moderna e o ambiente muito descontraído.Durante os dias de semana, funciona até as 24horas.



   No fim de semana está aberto até às 4 horas e funciona também como discoteca.Promove ainda noites temáticas. O  écran gigante está sempre ligado.Para além disto serve também as habituais refeições ligeiras.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Oferta de plantas endémicas

Parque Natural do Corvo oferece um milhar de plantas endémicas aos habitantes da ilha

O Parque Natural do Corvo vai oferecer cerca de um milhar de plantas endémicas aos habitantes da mais pequena ilha dos Açores, numa iniciativa inédita que pretende aproveitar o excesso de produção de espécies naturais.
A decisão, que resulta do projecto 'Ilhas Santuário para Aves Marinhas' (no âmbito do qual foram
 instalados viveiros na ilha), pretende "tornar cada jardim um repositório de flora natural, ampliando a capacidade de germinação e protecção do património natural do Corvo", afirmou o director regional dos Assuntos do Mar, Frederico Cardigos.
As plantas a distribuir incluem urzes, faiais, uvas-da-serra e folhados, consideradas "cruciais" para a defesa costeira e para a estruturação dos habitats naturais, além de satisfazerem o desejo manifestado pelos corvinos de adquirir plantio destas espécies.
"Pretendemos tentar tornar cada jardim um microjardim botânico, cumprindo as suas valências de segurança, banco de sementes, sensibilização ambiental e lazer", frisou Frederico Cardigos.
Nesse sentido, aproveitando as solicitações de plantio e a produção de plantas endémicas em número "muito superior aos objectivos iniciais do projecto", o Parque Natural do Corvo decidiu ceder um milhar de plantas aos habitantes que o solicitem.
(Lusa/AO online)

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Plantas endémicas

                                                    Cerastium azoricum
                                                   Sementes de Virburnum tinus
                                                   Tolpis azorica
                                                  Leontodon rigens

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Centro de Recuperação de Aves Selvagens do Corvo.

Este Centro foi inaugurado a 14 de Outubro de 2010, na vila do Corvo e é o único dos Açores.
   Tem como finalidade a recuperação e tratamento de aves selvagens que sejam encontradas em qualquer das ilhas dos Açores.
   Até ao momento já foram assistidas mais de quinze aves, tendo sido recuperadas doze.
                                                                  Garça
                                                                  Milhafre


   O Centro pertence à Secretaria Regional do Ambiente e do Mar e está sob a coordenação do Parque Natural do Corvo, onde se destaca o trabalho do Pedro Domingos.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A Filarmónica Lira Corvense.

Celebrou-se no passado dia 4 do corrente mês o 73º aniversário.Depois de um período conturbado, a Banda está ressurgindo em força.
   Actualmente tem 13 tocadores e 28 estudantes.
   O actual presidente Fernando Câmara, veio imprimir uma nova dinâmica.Neste momento também tem um professor , o sr.Pedro Rodrigues , que dá aulas duas vezes por semana.

   No dia do aniversário foram homenageados os senhores Roque Hilário Câmara, um dos fundadores e o tocador mais antigo, o sr.Luís Fraga.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Um nova atitude.

Nestes dois últimos anos, tenho partilhado muito de mim.Dos meus erros, medos e anseios.De um passado não muito distante e de algumas das coisas que me arrependo profundamente, mas que também sei que não voltarão a acontecer.
Tenho a perfeita noção que nestes últimos tempos "cresci" muito mais do que em muitos anos anteriores.
Hoje, com 48 anos,tenho muito orgulho em mim, na minha família, nos meus amigos, nas minhas conquistas e vitórias.
Não me considero nenhum idiota, nem nenhum génio.Sou como sou e não como muitos queriam que fossem.
Tenho as minhas ambições e objectivos e não tenham a mínima ideia de que vou lutar por conseguir alcançá-los.Não abdicarei de valores como a inteligência, honestidade, verdade e sinceridade.
Nunca farei o que me fizeram:
_ Nunca esquecerei quem me ajudou.
-Nunca tratarei ninguém como se de um qualquer animal se tratasse.
- Nunca me aproveitarei das fraquezas dos outros.
- Nunca serei ingrato com quem não merece.
- Nunca, mas nunca vou trair(mesmo que pelas gostas) quem me ajudou e deu a mão.
Estou vivendo o presente com os olhos no futuro!!!

domingo, 30 de outubro de 2011

Como Gonçalo Tocha vê o Corvo...

"Eu não faço ainda ideia do que é o Corvo"
  
   O Corvo nunca esteve tão perto. E ao mesmo tempo continua tão longe. Assim está a ilha açoriana para quem nunca a visitou, mas também já pôde ver «É na Terra Não É na Lua», o filme de Gonçalo Tocha que integra a Competição Internacional do DocLisboa 2011. Este retrato belíssimo do ponto mais ocidental da Europa foi visto na passada terça-feira no Grande Auditório da Culturgest, numa sala esgotada. E vai ser visto novamente neste sábado, desta vez no Pequeno Auditório, que esgotou logo no início da semana.

«Havia muita curiosidade sobre o filme, sobre a ilha do Corvo, sobre um filme tão longo sobre uma ilha tão pequena. As pessoas estavam curiosas», comentou Gonçalo Tocha em conversa com o Cinebox entre as duas sessões. Esta presença no Doc é «o seguir do caminho que o filme tem feito». Exibido em vários festivais, de Vancouver a Locarno (onde teve uma Menção Honrosa), «É na Terra Não É na Lua» é o primeiro filme português na Competição Internacional do Doc em cinco anos. «Agora está tudo em aberto», diz o realizador.

São três rápidas horas de uma viagem feita por uma pessoa a filmar e por outra a gravar o som. É o Corvo, os seus 440 habitantes, as suas paisagens, os seus animais, os seus visitantes, as suas histórias e mitos, os seus hábitos e modos de vida - está lá tanto; e é também a experiência daquelas duas pessoas, Gonçalo Tocha e Dídio Pestana, a fazerem o filme sobre a ilha.

Gonçalo Tocha volta a fazer a sua segunda longa-metragem documental sobre as ilhas - o também muito bem aceite «Balaou» data de 2007. E foi logo a seguir que aconteceu a oportunidade de encetar este percurso que «É na Terra Não é na Lua», é no Corvo, onde ele nunca tinha ido, como tanta outra gente que sabe daquela ilha nunca foi «àquele sítio que é quase um outro mundo». E na ilha «há uma noção de que o Corvo é lido por muita gente, que é dos sítios mais mitificados, onde pouca gente vai, que é um paraíso perdido».

«O Corvo está cheio de ficção. Mas isso agrada-me», admite o realizador assumindo que a sua intenção «não era tentar descobrir a verdade», mas «era jogar com todas as imagens e tentar integrá-las». «Não há história do Corvo», explica sobre uma constante exploração. «Tudo o que encontro quando vou lá filmar são camadas de realidade que ultrapassam os preconceitos sobre o Corvo». «Eu não faço ainda ideia do que é o Corvo», assume Gonçalo Tocha garantindo que «ainda existem tantas realidades diferentes» e que «todas essas visões fazem [elas mesmas] parte da história do Corvo».

Foram 200 horas de filmagens, 300 horas de gravações de som feitas em três viagens à ilha em que não se passava um dia sem filmar. E mais de dois anos a fazer a edição, num total de quatro anos de dedicação: «Não tinha produção, não tinha dinheiro, mas tinha tempo e capacidade para fazer esta aventura, sem pensar no futuro. Deixei que as coisas fluíssem e as coisas foram-se fazendo desta maneira tão simples, como é trabalhar num livro.»

Gonçalo Tocha está agora a «tomar conta deste filme», trabalho que «não é menor» do que foi fazê-lo, mas «ainda não há data prevista para a estreia» comercial. «Estou a fazer tudo para estar em sala. A acontecer será para a primeira metade do ano», revelou o realizador que filmou tanto, mostrou imenso, mas deixa também ainda outro tanto para que se descubra. «Cabe também às pessoas fazer o resto da viagem. É essa a intenção.» Porque, não se pense que se fica a conhecer o Corvo; fica-se, sobretudo, a saber o que se desconhece.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Viagem dos irmãos Joseph e Henry Bullar ao Corvo em 1839

Os irmãos Bullar eram ingleses e vieram para os Açores à procura de saúde.Tinham um espírito curioso, culto e observador. Habitualmente era o Dr.Joseph Bullar quem registava as suas várias viagens pelas ilhas.
   Da sua viagem do Faial para o Corvo, existe o seguinte registo:
   " Os nossos companheiros de viagem, que se alojaram no porão, eram um pachorrento sapateiro, sua mulher e dois filhos; uma mulher solteira; um preso desterrado para o estabelecimento prisional das Flores e um soldado tuberculoso de S.Miguel, que se arrastava para fora do camarote e se sentava ao sol.O preso andava à vontade como qualquer cidadão honesto, passeando por onde e quando lhe apetecia; deitava-se lá em baixo quando fazia mau tempo e estendia-se no convés ao sol, quando o mar estava calmo...
   Para além destes e dos tripulantes, havia mais dois corvinos, que eram criaturas francas e bondosas, e estão satisfeitíssimos com a ideia de voltarem a ver as mulheres.São muito amigos um do outro, comem juntos, falam e consultam-se mutuamente, à parte da restante população.Consideram o contra-mestre americano como um ente superior e mostram, pelos seus actos e expressões dos rostos, a maior gratidão pela forma como ele os trata"

sábado, 22 de outubro de 2011

Alguns pratos típicos do Inverno.

    É principalmente no Inverno, que o torresmo, a linguiça, a morcela, o molho de fígado e a borráz fazem parte da alimentação dos corvinos.
   O torresmo é feito de carne, temperado em vinha de alhos(moura).É frito e conservado em banha, geralmente em vasilhas de barro.
   A linguiça faz-se a partir de pequenos bocados de carne, também em "moura".É temperada com cominhos e malagueta.
   A morcela é feita pelo sangue do porco, com pão, arroz, cebola, salsa, canela, pimenta, limão,um pouco de aguardente e sal.
   O molho de fígado faz-se com carne aos bocados, toucinho, fígado e é temperado com cominhos, massa de pimentão, vinho, alho, pimenta da jamaica , pimenta preta em grão e sal.
   A borráz é feita a partir do toucinho previamente frito.É moído e frito novamente. 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Transferência do OE para as Câmaras Municipais

Com estas transferências a Câmara Municipal do Corvo, comparativamente com 2011, vai receber menos 76 000 euros, o que corresponde a menos 5, 22% dos 1525154 euros.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Revoltante.

   Tenho partilhado muito de mim e vou continuar a fazê-lo.Hoje sinto-me absolutamente revoltado e apenas por  três razões.
  
   1ª- O encerramento a tempo inteiro da Estação dos Correios.
   2ª- Apesar de estar consagrado na lei, o não implemento do 12º ano na nossa Escola.
   3ª- O mais que provável encerramento total da Repartição de Finanças e é por isso que vos digo que se
a intenção do Governo da República de encerrar definitivamente a Repartição de Finanças do Corvo e passar o serviço para a ilha das Flores, é humilhar uma população, é brincar com a nossa dignidade,é revelador de quem não tem a mínima ideia do que é a ilha do Corvo, é "anexar" o Corvo às Flores.É triste, lamentável, revoltante e profundamente injusto.Não merecemos.Somos Açorianos e Portugueses!!!

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Matança do Porco

Como já estámos na época das matanças do porco, deixo aqui algumas fotos antigas, provavelmente meados do século passado.



domingo, 9 de outubro de 2011

Uma excelente iniciativa

Projecto inédito vai proteger zonas de nidificação de aves no Corvo :

  
A ilha do Corvo, a mais pequena dos Açores, acolhe um projeto pioneiro na Europa, que envolve a construção de uma vedação contra predadores para proteger as zonas de nidificação, criando uma área reservada única no hemisfério Norte.
“Acreditamos que o índice de nidificação na zona que vai ficar reservada será muito superior ao do restante território da ilha do Corvo ou mesmo ao do restante território do arquipélago dos Açores”, afirmou Frederico Cardigos, diretor regional dos Assuntos do Mar, em declarações à Lusa. A vedação em rede, que abrangerá uma área de três hectares, está a ser instalada na denominada Reserva Biológica de Baixa Altitude, na zona da Ponta do Topo, com o objetivo de impedir a entrada de gatos e ratos, entre outros predadores. A iniciativa está integrada no projeto ‘Ilhas Santuário para Aves Marinhas’, financiado pelo Programa LIFE+ da Comissão Europeia, coordenado pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) e pelo Governo dos Açores, envolvendo ainda a Royal Society for the Protection of Birds e a Câmara Municipal do Corvo. Para Frederico Cardigos, este projeto pioneiro vai também permitir a realização de outras “experiências científicas” que necessitam de territórios isolados, além de poder “atrair” mais turistas vocacionados para a à conservação da natureza, já que se trata da “única zona reservada anti-predadores existente do Hemisfério Norte”. A vedação que está a ser colocada no Corvo apresenta características próprias, não sendo usual no mercado europeu, estando a sua instalação, orçada em 150 mil euros, a cargo de uma empresa da Nova Zelândia. Depois de colocada a vedação, a reserva será monitorizada diariamente pelos técnicos ligados ao projeto, que contarão também com o apoio de alguns equipamentos que serão instalados no local. Nesse sentido, está prevista a instalação de dispositivos de fotografia automática para identificação de eventuais intrusos, assim como a colocação de dispositivos de captura, tendo em vista “erradicar os felinos e os roedores deste espaço”. “Estamos também a equacionar a possibilidade de colocar uma câmara num sítio estratégico, mas mais como um espaço de divulgação e promoção do projeto e dos seus resultados e não tanto para a monitorização”, afirmou Frederico Cardigos, acrescentando que seria “impossível” filmar toda a vedação.
 AO/Lusa

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Como consegui deixar de fumar (IV)

A DECISÃO, que chegou no dia 07 de Maio de 2011.Já a tinha tomado, mas ainda não tinha dito a ninguém.
   Passei o dia com a família, passeei, fui ao café e fumei muito, muito mesmo...
   À noite fui ao Skype, onde, como habitualmente falei com os meus amigos, mas evitei o assunto do tabaco.Falámos de tudo e de nada...mas falámos muito.Por volta das 00h00, disse-lhes que ia desligar, mas disse-lhes também que tinha sido a última vez que me tinham visto a fumar.
   Ainda hoje recordo-me das suas expressões.Um misto de espanto, surpresa, cumplicidade, mas também de quem achava que talvez estivesse a brincar...
   Depois falei com os meus filhos.Disse-lhes que o pai nunca mais fumaria.Nunca, mas nunca me hei-de esquecer do seu sorriso, da sua alegria, do brilho nos seus olhos e dos abraços e beijos que me deram.
   Fumei-me deitar.Estava pensativo, mas firme.Fumei os últimos cinco cigarros do maço quase de seguida.Eram precisamente 01h24 minutos do dia 8 de Maio de 2011, quando apaguei o último.
   Pedi à minha esposa que arrumasse o cinzeiro, o acendedor e tudo o que estivesse relacionado com o tabaco.Fê-lo imediatamente.
   Foi o fim de mais de 30 anos de fumador.
   Se é difícil: É!!!
   Se é impossível: NÃO!!!
   Se consegues: SIM!!!

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como consegui deixar de fumar (III)

A DETERMINAÇÃO, surgiu depois da motivação e da ajuda. Cada  vez  comecei a ficar convencido e a convencer-me que se calhar até era capaz.O problema é que ainda não sabia quando, nem como.
   Continuava lendo, pesquisando, pensando, refletindo e a pensar que se outros tinham conseguindo, será que também não era capaz de o fazer!!!
   Além disto, a minha mulher, os meus filhos e os meus amigos continuavam a "massacrarem-me", a incentivar-me, a dizer que sim, sempre que sim e lentamente notei que cada vez estava mais perto da...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Como consegui deixar de fumar (II)

Sentia-me motivado, mas também tinha a noção que ainda não conseguia, que precisava de AJUDA.Avancei então para esta segunda fase.
   Tive neste processo três grandes ajudas:
   - a família.
   - os amigos.
   - o google.
   A minha mulher e os meus filhos foram incansáveis.Fizeram os possíveis e impossíveis para que conseguisse.
   O Google foi a ferramenta onde pesquisei tudo.Passei horas a ler testemunhos de ex-fumadores, a ver imagens chocantes, a consultar linhas de apoio(que nunca cheguei a utilizar), a ver medicamentos, pastilhas, pensos, etc, etc...
   Por fim, mas confesso que o mais importante foi a ajuda de três amigos micalenses (que para mim já são como fossem da minha família) e que faço questão de os mencionar: O Luis Gonzaga Simas Raposo, o Manuel Botelho e o Carlos Augusto César.
   Através do Skype comecei a falar com eles quase diariamente; desabafava, falava-lhes do meu desejo, maçáva-os constantemente e lá estavam eles sempre dispostos a ouvirem-me e também a "massacrar-me" para deixar, a incentivar-me, a dar exemplos, tesmunhos, tudo.....
  Este processo durou sensivelmente 3 meses.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Como consegui deixar de fumar (I)

Com estas mensagens quero apenas deixar o meu testemunho de como consegui definitivamente parar de fumar mais de 90 cigarros diariamente.
   Não tenho como objectivo "ensinar" nada a ninguém e já agora também vos digo que para não ser maçador vou dividir a minha experiência nas fases que acho que foram fundamentais.
   MOTIVAÇÃO:
   É o primeiro passo para quem realmente quer deixar de fumar.Este processo vai surgindo lentamente.Os primeiros "sintomas" surgiram quando me apercebi que estava exagerando, quando pensei que já fumava à mais de trinta anos.Houve também os aspectos físicos, como o cansaço, alguma tosse, quando senti que estava a perder qualidade de vida.Outro factor que para mim foi muito importante(por mais incrível e ridículo que possa parecer) foi também os dedos andarem constantemente amarelos.
   Neste ponto comecei a pensar seriamente que realmente tinha que deixar de fumar, mas ainda não acreditava que conseguisse...

domingo, 25 de setembro de 2011

Cultura


Confesso-vos que não me recordo de um fim de semana em que tenha havido no Sábado a projecção de um filme e no Domingo.No entanto, neste fim de semana houve a exibição do filme "É na Terra, não é na Lua", do realizador Gonçalo Tocha e no Domingo do documentário "Corvo- Reserva da Biosfera, da autoria da Direcção Regional do Ambiente.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Visita do Presidente da República ao Corvo



   O Presidente da República visitou hoje a ilha do Corvo.Nesta visita estava acompanhado do Presidente da Assembleia Legislativa Regional e do Presidente do Governo Regional.
   Aníbal Cavaco Silva, chegou à ilha às 12 horas e partiu às 15.