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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Filarmónicas(parte I )

Tal como aconteceu com outros povos, o interesse pela música terá chegado à ilha do Corvo com os respectivos povoadores.
  Como arte e como ciência de combinar os sons de forma agradável para o ouvido, a música terá sempre sensibilizado as diversas gerações.Como arte, a música nasceu sob o signo da inspiração do espírito e afirma-se na exteriorização.Como ciência, vive a sua matéria específica que é o som e a escrita.
  Na ilha do Corvo não terá havido excepção, apesar do seu isolamento e da sua reduzida população para a formação de uma banda filarmónica, envolvendo elevados custos, bem como uma eficiente organização associativa.
  São bem conhecidas as dificuldades que existiam antigamente para que sem quaisquer ajudas, se pusesse em actividade uma filarmónica numa localidade tão pequena e tão pobre como o Corvo.
  No entanto, com esforço, perseverança e dedicação em 1916, foi fundada a primeira filarmónica da ilha.
  Em 30 de Novembro de 1916, o Jornal-Rádio, que no tempo se publicava em Santa Cruz das Flores, ia dando notícias.Noticiava então que pessoas ilustres iam contribuindo com o instrumental para a filarmónica.Noticiava também que iam progredindo  os ensaios dos novos tocadores, sob a regência do sr.Mário Camacho e que o director da nova sociedade filarmónica  era o reverendo sr.Thomé Gregório Mendonça.
  Iniciava-se assim o nascimento das filarmónicas  no Corvo.

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