calendário

quinta-feira, 31 de março de 2011

1ª vinda de um grupo dos 60+ ao Corvo - 23 a 28 de Março de 2011



O primeiro grupo do programa de turismo sénior 60+,visitou o Corvo do dia 23 a 28 de Março.
  Em conjunto com o Inatel, foram realizadas uma série de actividades na ilha, que só demonstra que este programa já se deveria ter iniciado bem mais cedo.
  Gostava de destacar alguns eventos que foram realizados nesses dias e que tornaram estes dias bem preenchidos e animados para os idosos.Uma noite de chamarrita, uma visita ao Caldeirão e ao Centro de Interpretação ambiental, a noite branca, o convívio com os idosos de cá (na Santa Casa da Misericórdia), a construção de papagaios de papel, tornaram estes dias inesquecíveis.
  Gostava também de salientar , o papel relevante para a economia local.O restaurante, os cafés e o comércio local, a residencial, estiveram bem mais movimentados nesta altura do ano.
  Ficou assim demonstrado que o Corvo sabe receber muito bem e já tem as condições mínimas para fazê-lo.
                                                                                       

terça-feira, 29 de março de 2011

Para reflectir!!!

A sociedade moderna não conhece a palavra NÓS; só o EU, eu cheio de ego, cheio de quero posso e mando, pleno de egoísmo. Seremos capazes de mudar isto? Ou vamos morrer abandonados nas nossas casas e só seremos encontrados pelo mau cheiro que exalamos após a morte? Os que cheiram mal em vida nós não os desejamoA ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias da classe média e alta. Não vemos os homens elogiando as suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho dos seus subordinados, não vemos mais pais e filhos elogiando-se; amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência são pessoas que têm a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

A falta de diálogo nos lares e o excesso de orgulho impedem que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios.

Vamos começar a valorizar as nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza dos nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento dos nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer sentir-se querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas poderão ser felizes, HOJE, com o nosso elogio?

sexta-feira, 25 de março de 2011

Censo de Milhafres este fim de semana nos Açores.

VI Censo de Milhafres nos Açores, que decorre no sábado e no domingo numa iniciativa da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) para recolher dados sobre esta ave emblemática do arquipélago, envolverá cerca de meia centena de voluntários.
"Tenho notado muitos novos voluntários este ano", afirmou Carla Veríssimo da SPEA admitindo que ainda podem surgir mais inscrições até ao final do censo, no domingo.

A organização tem inscrições de voluntários para as ilhas de Santa Maria, S.Miguel, Terceira, Graciosa, Pico e Faial, tendo apelado à participação nesta iniciativa que pretende recolher informações sobre a única espécie de ave de rapina diurna existente nos Açores.

"Desde 2006 que a SPEA leva a cabo o Censo de Milhafres", frisou, acrescentando que "quanto mais voluntários, mais dados podem ser recolhidos sobre esta espécie".

No ano passado, segundo Carla Veríssimo, a iniciativa envolveu 46 voluntários, que contabilizaram 331 milhafres, uma ave que apenas não ocorre nas ilhas das Flores e Corvo.

O censo deste fim-de-semana decorre em simultâneo na Madeira, onde segundo Carla Veríssimo, "ainda existem poucos voluntários" para algumas zonas da ilha, como S. Vicente, Santana, S. Jorge, Ponta do Pargo e Porto Moniz, mas também em Porto Santo.
 
                                                                                                          "Açoriano Oriental"

quinta-feira, 24 de março de 2011

Vinda do Pauleta ao Corvo adida.

Com muita pena , digo-vos que a visita do Pauleta foi cancelada devido às condições atmosféricas.Quero agradecer todo o apoio que a Câmara Municipal estava disposta a dar e fica a promessa do Pauleta de vir cá numa próxima opturnidade.

segunda-feira, 21 de março de 2011

O Corvo fará parte do Parque Marinho dos Açores.

Parque Marinho vai preservar zonas protegidas

Regional | 2011-03-21 10:24
O Parque Marinho nos Açores, que o governo regional pretende criar para preservar uma vasta área de zonas protegidas, deve abranger 11 locais, alguns situados fora das 200 milhas, revelou o director regional dos Assuntos do Mar.
Frederico Cardigos frisou que o objectivo inicial era abranger toda a área marinha até às 200 milhas em redor das ilhas dos Açores, área que corresponde à Zona Económica Exclusiva, mas essa intenção acabou por ser afastada porque deixaria de fora “importantes fenómenos marinhos” que estão localizados para além desse limite.

“Por isso, definimos que o Parque Marinho dos Açores começa a partir das 12 milhas e deixámos o limite externo da área em aberto”, afirmou o director regional dos Assuntos do Mar, acrescentando que poderá incluir “as áreas que estiverem sob jurisdição nacional” e que estejam dentro do proposta de extensão da plataforma continental marítima portuguesa.

A proposta do executivo regional, que já deu entrada na Assembleia Legislativa dos Açores, define 11 locais para integrar o futuro parque marinho, entre os quais a reserva natural e a área marinha do Banco D. João de Castro, as áreas marinhas oceânicas junto ao Faial e ao Corvo e as fontes hidrotermais Lucky Strike, Menez Gwuen e Raiwbon, situadas a sul dos Açores
                                                                                                                                                 "Lusa"

sábado, 19 de março de 2011

Dia do Pai

       Hoje no dia do Pai, não podia deixar de agradecer os maravilhosos filhos que tenho.São o meu maior orgulho, a minha maior alegria e a minha melhor obra.

terça-feira, 15 de março de 2011

Cagarro é a Ave do Ano em 2011


O cagarro foi escolhido como a Ave do Ano em Portugal pela Sociedade Portuguesa para o estudo das Aves (SPEA), revela nota enviada à imprensa.

O cagarro, também conhecido por cagarra ou pardela-de-bico-amarelo, é uma ave marinha que nidifica no Continente, Açores e Madeira, regressando nesta época do ano aos seus territórios de reprodução, depois de uma longa viagem pelo Atlântico Sul. É uma ave marinha pelágica, o que significa que apenas vem a terra para nidificar, sobretudo em ilhas e ilhéus. O cagarro, com estatuto vulnerável segundo o Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, tem 75% da sua população mundial nos Açores.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Com a devida vénia do autor, publico porque é uma grande verdade!!!

Estudo do Economista Álvaro Santos Pereira, Professor da Simon Fraser University, no Canadá.

Portugal tem hoje 349 Institutos Públicos, dos quais 111 não pertencem ao sector da Educação. Se descontarmos também os sectores da Saúde e da Segurança Social, restam ainda 45 Institutos com as mais diversas funções.
Há ainda a contabilizar perto de 600 organismos públicos, incluindo Direcções Gerais e Regionais, Observatórios, Fundos diversos, Governos Civis, etc.) cujas despesas podiam e deviam ser reduzidas, ou em alternativa - que parece ser mais sensato - os mesmos serem pura simplesmente extintos.
Para se ter uma noção do despesismo do Estado, atentemos apenas nos supra-citados institutos, com funções diversas, muitos dos quais nem se percebe bem para o que servem.
Veja-se então as transferências feitas em 2010 pelo governo socialista de Sócrates para estes organismos:
ORGANISMOS
DESPESA (em milhões de EURO)
Cinemateca Portuguesa
3,9
Instituto Português de Acreditação
4,0
Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos
6,4
Administração da Região Hidrográfica do Alentejo
7,2
Instituto de Infra Estruturas Rodoviárias
7,4
Instituto Português de Qualidade
7,7
Administração da Região Hidrográfica do Norte
8,6
Administração da Região Hidrográfica do Centro
9,4
Instituto Hidrográfico
10,1
Instituto do Vinho do Douro
10,3
Instituto da Vinha e do Vinho
11,5
Instituto Nacional da Administração
11,5
Alto Comissariado para o Diálogo Intercultural
12,3
Instituto da Construção e do Imobiliário
12,4
Instituto da Propriedade Industrial
14,0
Instituto de Cinema e Audiovisual
16,0
Instituto Financeiro para o Desenvolvimento Regional
18,4
Administração da Região Hidrográfica do Algarve
18,9
Fundo para as Relações Internacionais
21,0
Instituto de Gestão do Património Arquitectónico
21,9
Instituto dos Museus
22,7
Administração da Região Hidrográfica do Tejo
23,4
Instituto de Medicina Legal
27,5
Instituto de Conservação da Natureza
28,2
Laboratório Nacional de Energia e Geologia
28,4
Instituto de Gestão do Fundo Social Europeu
28,6
Instituto de Gestão da Tesouraria e Crédito Público
32,2
Laboratório Militar de Produtos Farmacêuticos
32,2
Instituto de Informática
33,1
Instituto Nacional de Aviação Civil
44,4
Instituto Camões
45,7
Agência para a Modernização Administrativa
49,4
Instituto Nacional de Recursos Biológicos
50,7
Instituto Portuário e de Transportes Marítimos
65,5
Instituto de Desporto de Portugal
79,6
Instituto de Mobilidade e dos Transportes Terrestres
89,7
Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana
328,5
Instituto do Turismo de Portugal
340,6
Inst. Apoio às Pequenas e Médias Empresas e à Inovação
589,6
Instituto de Gestão Financeira
804,9
Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas
920,6

Instituto de Emprego e Formação Profissional
1.119,9
TOTAL .........................
5.018,4
- Se se reduzissem em 20% as despesas com este - e apenas estes -
organismos, as poupanças rondariam os 1000 milhões de EUR, e,
evitava-se a subida do IVA.
- Se fossem feitas fusões, extinções ou reduções mais drásticas a
poupança seria da ordem dos 4000 milhões de EUR, e não seriam
necessários cortes nos salários.
- Se para além disso mais em outros tantos Institutos se procedesse de
igual forma, o PEC 3 não teria sequer razão de existir.

sábado, 12 de março de 2011

Devemos assumir os nossos erros.Estou assumindo os meus aqui...

Como qualquer humano cometo erros e cometi um(embora quase chamaria doença) que vou partilhar convosco:
  Desde 2005que comecei a tomar calmantes e à medida que os anos iam passando,o consumo também ia aumentando.A isto juntou-se o álcool, o que evidentemente passou a constituir uma autêntica "bomba".
  Durante praticamente esses anos só com contei com a ajuda da minha família(principalmente da minha esposa) e de muitos, mas muitos poucos amigos.
  Em Junho de 2009, finalmente resolvi admitir a "doença" e iniciei tratamento psiquiátrico.Hoje. sinto-me excelentemente bem, apesar de ainda tomar quatro antidepressivos diários e nunca mais toquei em nenhuma bebida alcoólica.
  Agora sinto-me preparado para iniciar um novo ciclo:quero contribuir para o desenvolvimento da minha ilha, para o bem estar das pessoas, para que o Corvo se torne cada vez mais conhecido,No entanto, a minha família estará sempre em 1º lugar.
  Contudo há gente que me fecha todas as portas.Gente que nunca deu nada à ilha, mas que se julgam superiores aos outros.
  Por muito que tente não queria desistir, mas...
  Será que por termos errado no passado, não temos direito a uma segunda opturnidade?
  Sei que depois de publicar esta nota, provavelmente muitos deixarão de serem meus amigos.Respeito e desejo-lhes as maiores felicidades pessoais e profissionais.

sexta-feira, 11 de março de 2011

O programa 60 + chega ao Corvo.

O programa de turismo sénior 60 +, lançado em 2008 pelo Governo Regional dos Açores, chegou finalmente ao Corvo.
  Este programa  permite aos residentes do arquipélago com mais de 60 anos viajar entre as ilhas, de Setembro a Maio, por apenas 25 euros com direito a passagem aérea, transferes, alojamento e animação cultural.
  O programa já estava implementado em oito ilhas e este ano chega finalmente ao Corvo.
  Uma medida que vem favorecer os idosos de uma ilha, já de si com uma população bastante envelhecida.
  Uma excelente notícia para os corvinos, que só perca por ser tardia, mas mais "vale tarde que nunca".

terça-feira, 8 de março de 2011

Uma notícia que não é notícia!!!

No Corvo são dezenas de estruturas, que estão à vista, e tudo indica que se tratam de monumentos muito antigos, porque inclusivamente situam-se em áreas onde não houve agricultura», disse o presidente da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), Nuno Ribeiro, em declarações à Lusa.

Os hipogeus em causa, «ainda não estudados pela arqueologia», foram encontrados no Corvo e Terceira, durante um passeio, em Agosto de 2010, que o arqueólogo Nuno Ribeiro, efectuou aquelas ilhas.

Segundo o presidente da APIA, «são estruturas escavadas na rocha, que estão à vista, cuja planta de forma uterina denuncia a sua possível utilização como necrópoles».

  Resumidamente,o que o arqueólogo Nuno Ribeiro se refere, são as "Covas de Junça" e as casas mais antigas!!!

quinta-feira, 3 de março de 2011

De louvar o grande trabalho do Presidente da Associação dos Municípios dos Açores

Associação de Municípios dos Açores (AMRAA) reafirmou ontem que o Governo da República tem vindo a protelar as transferências de IRS legalmente devidas, considerando que a relação do Estado com as autonomias regionais não deve “arrastar” as autarquias.

A AMRAA, numa nota de resposta a um comunicado emitido na quarta-feira pelo Ministério das Finanças, a propósito da reivindicação pelas autarquias açorianas e madeirenses de montantes em dívida relativos à participação variável dos municípios nas receitas do imposto sobre rendimentos singulares (IRS), insiste em que os seus argumentos foram confirmados pela Assembleia da República.
A pretexto de questões do quadro das relações entre os governos regionais e central, o Ministério das Finanças “tem vindo a protelar os pagamentos legalmente devidos aos municípios açorianos, aprovados em sede de Assembleia da República” no âmbito dos orçamentos do Estado de 2010 e 2011, sublinha a Associação de Municípios dos Açores.
Segundo precisa, no caso das autarquias açorianas estão em causa pagamentos de 5,7 milhões de euros referentes ao período de Março a Dezembro de 2009 e a comparticipação relativa a Dezembro do ano passado.
“Os municípios açorianos reclamam transferências que são suas por direito, aprovadas em sucessivas deliberações da Assembleia da República, órgão competente para a aprovação do OE, que tem vindo, desde 2009, a ser violado pelo Governo da República”, alega o comunicado da AMRAA, uma associação presidida por João Ponte, presidente socialista da Câmara da Lagoa.
Representantes dos municípios dos Açores e da Madeira comunicaram as suas exigências num encontro na quarta-feira em Lisboa com o Presidente da República, Cavaco Silva.
Na sequência dessa reunião, o Ministério das Finanças emitiu um comunicado insistindo na garantia do cumprimento pelo Governo da República das leis das finanças locais e regionais, entregando a percentagem do IRS exigida pelas autarquias insulares aos governos regionais.
“Estamos a cumprir as leis as finanças locais e regionais. Nos termos do art. 63.º da lei n.º 2/2007, de 15 de Janeiro, compete às assembleias regionais determinar se 5 por cento desse IRS é ou não entregue às autarquias das regiões”, assegura o Ministério das Finanças.


Sobra para “elo mais fraco”
  
Por seu turno, a presidente do PSD/Açores afirmou ontem que "deve ser o Executivo Regional a ultrapassar rapidamente" a questão relacionada com o pagamento das verbas de IRS para as autarquias, considerando existir "um desentendimento" entre Governos da República e Regional.
“Há um desentendimento, entre o Governo da República e o Governo Regional, que nos preocupa, porque acaba por sobrar para o elo mais fraco, neste caso as Câmaras Municipais”, afirmou Berta Cabral, em declarações aos jornalistas.
Na quarta-feira os autarcas dos Açores e da Madeira foram recebidos em audiência pelo Presidente da República para exigirem o pagamento da transferência de IRS colectado nas ilhas.
Os autarcas reivindicam que o Ministério das Finanças pague 22 milhões de euros da transferência de cinco por cento do IRS colectado nos Açores e Madeira.
Num comunicado emitido quarta-feira, o ministério das Finanças desmentiu a versão dos autarcas, assegurando o cumprimento da lei das finanças locais e regionais.
Numa reacção ao comunicado, a líder regional do PSD, que é também presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, manifestou "muita apreensão", alegando existir "um desentendimento" entre os Governos da República e Regional.
Berta Cabral frisou que o ministério das Finanças "está a fazer uma interpretação restritiva", enquanto que o Governo da República "continua a partir de uma premissa errada de ser o Governo Regional a dar os cinco por cento de IRS aos municípios".
“A interpretação do Governo da República não é correcta. Deve ser o Governo Regional a ultrapassar rapidamente esta questão, esclarecendo devidamente com o Governo da República quem deve o quê, a quem”, salientou Berta Cabral, lembrando que as autarquias "não dependem dos Governos Regionais, mas do Governo da República e da Assembleia da República", através de "uma fórmula própria de transferência dos impostos, incluindo o IRS".
“O Governo tem que cumprir a lei que prevê a transferência do Orçamento do Estado para todas as autarquias, incluindo Açores e Madeira, das verbas dos impostos. Não há Governos acima da lei”, defendeu, salientando que "os Açores estão a perder 10 milhões de euros".
A líder regional do PSD lembrou que as autarquias "têm feito tudo o que está ao seu alcance para tentarem solucionar a questão", incluindo o recurso ao tribunal por parte de alguns municípios, mas defendeu que este é um processo que implica também a intervenção do Governo regional.
"O Governo regional neste momento já está metido no mesmo processo, porque já lhe estão a retirar as verbas transferidas para as autarquias e tem que se juntar aos municípios dos Açores e da Madeira para pedir o cumprimento da lei", defendeu, acrescentando que o PSD "vai confrontar" no parlamento "o vice-presidente do Governo" açoriano sobre a questão.
 

Revista de Imprensa.