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quarta-feira, 14 de março de 2012

Situaçao dos operários Guienenses desbloqueada.

O Governo dos Açores, através do Instituto para o Desenvolvimento Social (IDSA), já depositou nas contas bancárias dos sete operários guineenses que estão retidos desde o início do ano no Corvo as verbas que lhes permitirão sair desta ilha.

A garantia foi dada à Lusa pela secretária regional do Trabalho e Solidariedade Social, Ana Paula Marques, salientando que este “apoio social” foi atribuído na sequência da situação de “precariedade económica” em que se encontram os sete trabalhadores que ainda permanecem no Corvo.
"O assunto está resolvido", afirmou Ana Paula Marques, acrescentando que as verbas, de várias centenas de euros para cada um, foram depositadas na segunda-feira nas contas dos operários titulares de contas bancárias na mesma instituição que o governo usou para esta operação, enquanto os restantes devem receber o dinheiro até hoje.
No total, segundo a secretária regional, o governo açoriano disponibilizou cerca de seis mil euros desde o início do ano para apoiar os 12 trabalhadores que inicialmente ficaram retidos no Corvo devido à falta de pagamento dos seus salários.
No final da semana passada, Honório Biágue, proprietário da empresa Distância Viva, responsável pela deslocação dos operários para a mais pequena ilha dos Açores, revelou à Lusa que os homens decidiram abandonar definitivamente os Açores depois de ter sido declarada a insolvência da Castanheira e Soares, empresa para quem trabalhavam em regime de subempreitada.
O empresário frisou, no entanto, que os trabalhadores não tinham dinheiro para pagar as passagens aéreas, pedindo o apoio do Governo Regional.
Os operários guineenses estavam a trabalhar em quatro obras públicas na ilha do Corvo, das quais duas da responsabilidade da Câmara Municipal e outras duas do Governo Regional, em regime de subempreitada.
A empresa Castanheira e Soares, que dirige as quatro empreitadas, admitiu em janeiro estar com problemas financeiros e avançou com um pedido de insolvência no Tribunal de Santa Cruz das Flores, que foi declarada na semana passada.
Lusa/Aonline

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